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BALEIAS
As fêmeas, um pouco maiores que os machos, podem alcançar 16 m de comprimento e pesar 40 toneladas.
As jubartes realizam migrações sazonais entre as áreas de alimentação em altas latitudes e as áreas de reprodução e cria em regiões tropicais. No Atlântico Sul Ocidental estes deslocamentos acontecem entre águas próximas à Antártida e a principal área de reprodução desta espécie: o Banco dos Abrolhos.
Nas águas do sul da Bahia, próximas ou dentro do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, milhares de Jubarte se acasalam, nadam, cantam, brincam e dão à luz seus filhotes, após uma gestação de aproximadamente 11 meses.
Milhares de turistas visitam a região para conhecer as Jubartes gerando emprego, renda , postos de trabalho e movimentando a economia local.
Pesquisadores nacionais e estrangeiros desenvolvem seus estudos e da mesma forma, movimentam as comunidades através de palestras, cursos e aulas para revelar dados atualizados sobre esses mamíferos.
Os pescadores da região também mudam um pouco o seu dia a dia em função da presença de milhares desses animais na sua área de pesca. Não são poucas as histórias dos pescadores sobre os cantos dos machos.
Educação e cultura são promovidas e desenvolvidas pelas comunidades para o entendimento da vida destes animais.
Porém nem sempre foi assim. Antigamente as Jubarte também geravam renda; apenas que de uma forma mais impactante. A caça. A caça indiscriminada infelizmente reduziu drasticamente muitas das populações de baleias do planeta. As baleias jubarte, cuja população mundial antes da caça era formada por mais de 200.00 indivíduos, hoje está estimada em 25.000 baleias distribuídas em todos os oceanos. Elas se encontram na Lista Oficial de Espécies Ameaçadas de Extinção do IBAMA.
Atualmente o Brasil tenta mostrar o quanto pode valer uma baleia viva.
Para mais informações
http://www.lbm.com.br/mama/mama5.html
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